sábado, 31 de dezembro de 2011

direto do túnel do tempo...


Foi assim que tudo começou... há mais ou menos 2,5 anos...
o nosso forninho (ou apertamento)
uma geladeira, uma mesa desmontável e dois banquinhos de plástico...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

as FòòrmiguinhazzZZ



Uma das características das tirinhas era o papel quadriculado que eu usava. Acho que servia para desenhos. Era onde eu passava a limpo e meio que ficou como uma marca registrada quando lancei uns fanzines com elas. Mas com o tempo deixei de usar. Nessa tirinha #03, mesmo que não esteja nítido, foi esse papel que usei.
Em destaque:
[vários barulhos e gritos de pessoas: Ei sai fora, mané! Sai da frente seu %¨#@! Vai trabalhar, vagabundo! Pega ladrão! Tio, dá um trocado ! Droga, tô atrasado! Passa a grana ou morre!]
- E então, ainda quer fazer um curso de Relações Humanas?
- ...

domingo, 25 de dezembro de 2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Fóòrmiguinhazzz...


A segunda tirinha das FormiguinhaZ. Acho que um dia terei que mudar o nome delas, se quiser seguir em frente - questões autorais, mas o filme é uma coisa e HQ é outra. Cheguei a pensar em chamar " Phormiguinhash", ou simplesmente, dar nomes a elas como, por exemplo, Harry e Manolo. Bem, se um dia isso for necessário... eu penso nisso.

Em destaque:

-Espere aí, eu não entendi! Por que "boa sorte"? Eu só vou fazer um curso de Relações Humanas.
-Uma formiga que quer se comportar como homem...
-E dai?
-...

Ed

FELICIDADES A TODOS...


Pensei várias vezes no que escrever esse ano. Pensei, inclusive, em nada escrever. A gente se acomoda a tudo. Às coisas boas e às coisas ruins. Não é que eu não tenha o que agradecer ou mesmo refletir – sempre temos o que agradecer, principalmente pelos obstáculos que existiram... são eles que nos fazem crescer como pessoas.

O fato é que não estava me sentido muito natalino esse ano. Recebi um “Feliz Natal” há alguns dias que fez com que eu me lembrasse “é quase Natal”. O primeiro longe da família de Fortaleza, sem minha avó... o primeiro no Crato. Talvez por isso tenha evitado escrever. Não é fácil admitir o tempo segue seu rumo sem nos pedir licença. Quer estejamos tristes, felizes ou apáticos... o ano acaba.

Conquistas? Hah! Várias que nem seria justo mencionar, todas foram igualmente importantes. Derrotas? Nenhuma. Não existe “derrotas” quando se vive, mas sim “quedas”. Contudo, devemos guardar a maior lição que aprendemos com cada queda: APREDEMOS A NOS LEVANTAR!!!

Claro que, às vezes nos levantamos sozinhos, às vezes há uma mão amiga estendida... e, é fato, cada mão é uma mão diferente.

Cada dia eu fico mais convencido que Deus tem posto em meu caminho os mais diferentes tipos de pessoas para que eu possa crescer com elas e crescer ao lado delas. Claro, nem sempre são pessoas fáceis de lidar, mas é como diz a frase: “triste do espinho se não tivesse a rosa”. Triste de nós se não tivéssemos pedras no meio da estrada, como iríamos construir nossos degraus sem essas pedras? Tive amigos, conhecidos, colegas, vizinhos, alunos, orientandos, professores, familiares... todos que, nesse ano, contribuíram com algumas linhas, ainda que poucas, para a história da minha vida. Mesmo aqueles distantes estão presentes – não é a distância, mas os bons momentos que nos une.

Hoje me encontro em uma posição única. Tenho cada um de vocês e as lembranças que construímos são os meus maiores presentes. O mais importante: não perdi a fé no ser humano, apesar dele mesmo. Ainda acredito que é possível, graças a todos vocês.

Por isso, entre essas humildes linhas, a cada um quero dar um pedacinho de mim e o meu muito obrigado por tudo. Desejo, nesse fim de ciclo e início de um novo ciclo, que vocês recebam de volta tudo isso que me foi ofertado: Fé, Carinho... tudo... e assim tenham forças para sempre seguir em frente.

Edmar

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

RETRATO DA VIDA (by edmar cialdine, 11/11/2008)



a vida
esta puta vadia q soh sabe tirar da gente aquilo q a gente nem sabia q tinha
a vida
este espelho maldito q relfete seguramente nossa natureza por mais q a escondamos de nos mesmos
a vida
este inferno constante em q sentimos prazer d qeimarmo-nos ateh os ossos
e qdo soh sobra cinzas
jah n sabemos qm mais qm somos
a vida deveria ser o q fazemos dela
mas na realidade somos apenas fantoches em suas maos
o pior d tudo eh q a vida nos deixa viciados
dependentes dela própria
e qdo menos esperamos
ela vem por trás e nos enfia uma navalha velha e enferrujada bem no meio da coluna
pra q a gente n morra
mas pra a gente nunca volte a andar com nossas proprias pernas


(FOI QUANDO DESCOBRI QUE EXISTIA ALGO ABAIXO DO FUNDO DO POÇO. MAS, QUEM JÁ FOI TRISTE, HOJE SABE APRECIAR MELHOR O GOSTO DA FELICIDADE...)

domingo, 18 de dezembro de 2011

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

MINICONTO 2 (BASEADOS EM FATOS IRREAIS)

MINICONTO 2 (BASEADOS EM FATOS IRREAIS)

ECO E NARCISO

Termina de ler a redação d@ alun@. Pensa se leu realmente o que leu. Sabe o que aquelas linhas podem significar. Ainda que seja apenas um@ adolescente, quase uma criança, sabe aonde os sentimentos expostos naquela folha de papel podem parar. Lembra tudo que passou consigo e tudo que enfrentou. Levanta-se da mesa e sai da sala em direção ao estacionamento. O carro. Ao longe percebe um par de olhos. Olhos que pedem ajuda. Olhos que ainda não entendem a tempestade que se aproxima. Reflete... já passara por isso uma vez... passará novamente? Respira fundo. Abre o carro. Pára. É impossível não fazer nada. Não é assim consigo. Mas tudo que consegue fazer é virar-se e sorrir antes de entrar no carro. Tudo que @ alun@ precisava era apenas um sorriso de apoio... saber que não está só nesse estranho mundo..

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

MINI-CONTO 1


MINI-CONTO (baseado em fatos irreais)

De médico e louco todo mundo tem um pouco...

"Ele recebe uma ligação de um número desconhecido. Olha é só para te dizer que vou deixar o trabalho e também não quero nenhum contato. Tão de repente que Ele nem pergunta quem está falando, pergunta logo o que foi que houve. A ligação ruim não ajuda muito. Não nada você não disse que eu cuidasse da minha vida? Então é o que estou fazendo. Ainda sem ter certeza do que está acontecendo e o que dizer exatamente, ele só consegue balbuciar ainda atônito. Então... ok... tudo... bem... A ligação cai (ou é desligada). Tudo que fica é o silêncio de quem foi atacado subitamente por uma esfinge."