
Há dias temos sofrido na região do Cariri com as chuvas. Tem sido agonias constantes que passamos aqui, em espcial, no Crato.
Até dia 28 de Janeiro, aquelas imagens da TV, tão comuns de serem vistas em São Paulo, se concretizaram sob a forma de água entrando em casa.
Foi uma situação tão assustadora que ficamos, por um certo tempo sem reação. Os trovões, os relâmpagos, a agua caindo, os cachorros ganindo de medo... e lá fomos nós, lutando contra a forma da natureza de 03 às 05 da madrugada... Mas não tínhamos idéia da extensão do estrago até que saímos de casa. Os jornais podem ter noticiado, mas como eu disse, é diferente quando você vê tão perto de você, quando a coisa acontece no seu quintal, nas ruas que você costuma andar... Várias famílias conseguiram apenas salvar a própria vida.
Desde então, a cada chuva pouco mais forte que tivemos, era eu ou a Yara acordado, vendo se a água entra. Isso até ontem, quando acordo de madrugada com aquela voz gritando por mim... a água entrara novamente... Foi um intervalo de tempo menor, mas foi mais intenso... ver a água entrando de novo... a gente desesperadamente contra ela... e tudo indica que as chuvas não irão parar...
Enfim... entre apagões e relâmpagos ficam reflexões sobre várias coisas: "o que estamos fazendo com a natureza?" "o que estamos fazendo de nossos votos?" etc etc... mas, de fato a lição a gente guarda dentro do peito...
Até dia 28 de Janeiro, aquelas imagens da TV, tão comuns de serem vistas em São Paulo, se concretizaram sob a forma de água entrando em casa.
Foi uma situação tão assustadora que ficamos, por um certo tempo sem reação. Os trovões, os relâmpagos, a agua caindo, os cachorros ganindo de medo... e lá fomos nós, lutando contra a forma da natureza de 03 às 05 da madrugada... Mas não tínhamos idéia da extensão do estrago até que saímos de casa. Os jornais podem ter noticiado, mas como eu disse, é diferente quando você vê tão perto de você, quando a coisa acontece no seu quintal, nas ruas que você costuma andar... Várias famílias conseguiram apenas salvar a própria vida.
Desde então, a cada chuva pouco mais forte que tivemos, era eu ou a Yara acordado, vendo se a água entra. Isso até ontem, quando acordo de madrugada com aquela voz gritando por mim... a água entrara novamente... Foi um intervalo de tempo menor, mas foi mais intenso... ver a água entrando de novo... a gente desesperadamente contra ela... e tudo indica que as chuvas não irão parar...
Enfim... entre apagões e relâmpagos ficam reflexões sobre várias coisas: "o que estamos fazendo com a natureza?" "o que estamos fazendo de nossos votos?" etc etc... mas, de fato a lição a gente guarda dentro do peito...
ED
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